Completando o post aí embaixo, aqui vai a única coisa legal no Music and Lyrics:
Pronto, acabei de te ajudar a economizar a grana do ingresso.
Manchete: "Rapaz solitário assiste 5 filmes no cinema em final de semana. Fora o que viu na TV."
1) Zodiac: Vai do nada ao lugar nenhum em 3 horas. Bundas quadradas, costas suadas e nada acontece. Ninguém morre, se apaixona ou mata alguém. Ninguém é preso, nem ninguém resolve o crime. Ninguém é condenado injustamente. Tampouco vemos sustos ou efeitos especiais. Não há comédia nem romance. Eu me pergunto que tipo de pessoa gostou desse filme.
2) 300: Ah, agora sim. Arrepia-me a espinha lembrar de Leônidas gritando aos seus soldados "tonight we die in hell!". Atuação fodida de Butler. Fotografia digna. História levemente alterada do original, na medida correta. Direção genial em qualquer sentidos. Zack Snyder é o cara que deveria dirigir todas as adaptações dos quadrinhos (ou ele ou Rodriguez), e saber que ele já está trabalhando em Watchmen me tira um peso imenso dos ombros.
3) Dead Silence: Terror sem sustos nem calafrios. História bobíssima. O filme todo é uma desculpa para o final supostamente grandioso mas de fato medíocre. Você já viu "A Chave-Mestra"? É um excelente filme, e Dead Silence tenta seguir os moldes, mas cai por água abaixo nos quinze primeiros minutos, e depois disso só piora.
4) Wild Hogs: Sessão da Tarde. Qual será o critério de John Travolta para escolher seus filmes? Não pode ser só dinheiro. Deve ser cara ou coroa.
5) Music and Lyrics: Infelizmente, é o segundo melhor dos cinco. Não que seja bom, é a concorrência que é fraca. Vale a pena só pelo começo, onde vemos o vídeo clip da banda que Hugh Grant tinha nos anos 80. Daí em diante é só uma comédia romântica com ele, o cara que só sabe fazer comédias românticas.
O Deus da Guerra
Anos atrás eu me lembro, fui até a Santa Ifigênia comprar alguns joguinhos para o meu Playstation 2 e só o que se falava nas lojas era sobre o tal God of War. Influenciável que sou comprei uma cópia (alternativa claro) e fui conferir o bafafá.
Eu me lembro, foi nos 15 primeiros segundos que o jogo me agarrou pelo estômago e só largou quando eu subi ao trono, eleito como o Deus da Guerra mais malvadão de todos os tempos. Vem cá, qualquer jogo que comece com o protagonista tentando suícidio merece minha puxação de saco. E não parou por aí.
God of War tinha um grande orçamento, uma equipe genial por trás, todo o tempo do mundo (levou anos para ser lançado) e nenhum problema em receber uma classificação adulta no mercado americano. E Kratos, o protagonista, é o personagem mais malvado que já andou em um vídeo-game. Pior que qualquer vilão controlado pela máquina, mas ainda assim tão atormentado e amaldiçoado que fez com que sentíssemos simpatia (tenho amiga que até diz que ele é gostosão).
Então estava tudo lá. Belo enredo, gráficos de cair o queixo, muita (MUITA!) violência e até um pouco de pornografia leve. Mas é um video-game, não um filme. Tudo iria por água abaixo se não fosse divertido de jogar. Mas é. Não só é divertido como é o melhor jogo que eu já coloquei minhas mãos em toda minha vida. E cá entre nós, eu comecei cedo nessa vida nerd.
Agora, dias atrás, a Sony lançou a chave de ouro do Playstation 2: God of War II.
E leia isso como uma crítica, ele é tão bom quanto o primeiro. Só tão bom, não melhor. O impacto já passou, não é mais novidade. Claro que o fato de ser igual, porém a continuação da saga de Kratos, o torna digno de nota aqui, mas eu sei no fundo do meu coração que eles poderiam ter feito melhor. Eu sinto a mão executiva dos donos da grana tesourando a criatividade do time que fez o original. "Foi um sucesso! Parabéns! Vamos fazer outro idêntico!". Sacanagem com nós, amantes a bela arte digital.
Sites especializados deram notas estreladas à continuação. Chamaram de "a coisa mais interessante atualmente no Playstation 2 e 3". E eu hei de concordar. Mas a cada olho que arranco, cada víscera que fatio, cada pescoço que torço, eu sinto que é apenas um caça-meus-níqueis, e não uma obra de arte como foi o original.
Presa professora acusada de sexo com cinco jovens
Pôxa vida seu guarda, se ainda fosse uma baranga, mas dêem uma olhada na foto, nada mal a professora tarada hein? Qualé oficial, deixa os moleques se divertirem. Isso é coisa de policial frustrado. O sonho de todo moleque é traçar a psora, ainda mais na escola! Ela estava fazendo a alegria da turminha e ainda ensinando a garotada como é que se faz, evitando o embaraço que eles fatalmente iriam passar com a primeira namorada.
Justiça!
