Os Filmes de 2005
1: Sin City (Robert Rodriguez, Frank Miller)
2: Batman Begins (Christopher Nolan)
3: A Vida Marinha com Steve Zissou (Wes Anderson)
4: O Guia do Mochileiro das Galáxias (Garth Jennings)
5: Herói (Yimou Zhang)
6: Os Sonhadores (Bernardo Bertolucci)
7: Closer (Mike Nichols)
8: O Clã das Batatas Voadoras (Yimou Zhang)
9: Constantine (Francis Lawrence)
10: Sideways (Alexander Payne)
11: Guerra nas Estrelas 3: A Vingança dos Sith (Jorge Lucas)
12: Menina d'Ouro (Clint Eastwood)
13: Machuca (Andrés Wood)
14: Cruzada (Ridley Scott)
15: Em busca da Terra do Nunca (Marc Forster)
16: O Grito (Takashi Shimizu)
17: Meet the Fockers (Jay Roach)
Não me leve a mal, é ótimo. É o melhor filme do Batman já feito, mesmo os 2 últimos sendo a gigante porcaria que são. Está tudo lá, o medo, a loucura, o Arkham, Gordon, Fox, Alfred e tudo o mais. Atores perfeitos, especialmente Crane. Oh, que terror que ele passa. Mas lá vou eu, poderia ser melhor.
Quer ouvir todos os elogios? Leia no MegaZona. Aqui eu vim pra falar é mal, como é de praxe. E se tem uma coisa me irrita em um filme é um romance desnecessário. A bola deu na trave e voltou na cabeça do juiz.
A garota é tortinha, coitada. Na vida real namora o Tião e sobra no filme. Vaza pelas bordas. Veja só, na segunda vez que ela cruza o homem-morcego ele já fala: Ei, sou Bruce Wayne sabe? Passe na minha mansão, vamos dar uns pegas. Vou te pendurar de ponta-cabeça-pra-baixo. Fazer o morceguinho perneta.
Ah, faça-me o favor. Ele jamais faria isso. Mas deixa pra lá. É bom demais e quero ver de novo e o próximo. Será que demora?
É... o próximo poderia ser com o Danny deVitto como vilão né.?
O nome?
Dãã.
Batman Pinguins.
Errata
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Valeu Perescila!
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É hoje que Jundiaí sisplode
O Paulista de Jundiaí joga hoje contra outro time lá e se ganhar vira campeão (dã) e vai participar de outro torneio. Se ganhar esse outro, que é mais díficil, vai poder jogar outro jogo para daí então ser campeão do mundo.
E já tem nego comemorando.
Legal né? Eu quero que se foda. Fico feliz só por saber que meu pai e amigos ficarão felizes com isso, mas ainda prego a filosofia do cavalo: cago e ando para o futebol e para o Paulista de Jundiaí.
Se bem que seria bacana encher a cara com os bróders da terrinha.
Paulista na final da Copa do Brasil. É hoje que Jundiaí sis-plode.
Mim quer ver.
Não precisam aprender a tocar
Sabadão lindo, liga? Voltei pra roça e juntando-me aos da velha escola do rock jundiaiense, fui prestigiar os Garotos Podres. Foi meu segundo show, mas o primeiro eu não vi nem ouvi nada. Então foi o primeiro.
Energia pura. O vocalista Mao domina o público de maneira surpreendente. Todos ali estão com ele, gritando, berrando, pogando, empurrando e uns poucos imbecis também da minha safra, brigando. Faz parte né? Show de punk sem briga é macarronada sem queijo ralado.
O site dos Garotos diz na seção de músicas: ATENÇÃO: Estas gravações foram feitas por pessoas sem o menor conhecimento técnico, utilizando os equipamentos mais precários existentes no mercado. . E se fosse o contrário? Seria um porre. Seria punk de Alphaville. Tem que ser tosco, podre, sujo. Em dado momento ele berra: Garotos Podres! Vinte e tantos anos sem fazer sucesso! A gente não sabe tocaaaar! E por favor, não aprendam. Vai que vocês aprendem a bossa-nova, o choro ou até o, argh, samba-rock. Aí não vai dar mais.
Clássico atrás de clássico. Eu me deleitei. Veio Papai-Noel, Johnny, Anarquia (Oi!Oi!) e eu fui enviado no tempo, anos atrás, no Bar do Bilé. Ao fim, uma escorregada na lama do estacionamento e fui dormir, com o ouvido apitando e um sorriso, de orelha até orelha.
Liga?
O horror, o horror
Yoko Ono canta Beatles em Karaokes do Japão.
Who's bad?
Alguém aí considera, mesmo que remotamente, a hipótese de ele ser realmente inocente? É muito fácil gritar que os Americanos são isso e aquilo, mas alguém aqui tem propriedade para julgar o cantor, o júri e todo o povo de lá? Alguém acompanhou o julgamento, sabe das provas e ouviu os testemunhos?
Eu não.
Por isso fico quietinho.
O caso do elevador
Muito intrigante essa notícia que permeia a capa dos principais portais do país. Não só pelo enredo digno de último capítulo de novela das oito, mas pelas informações que nos chegam. Tentei algumas vezes imaginar como o ocorrido ocorreu, como numa mórbida reconstituição (e qual não é, oh redundância?) porém sem sucesso. Parece não haver para meus olhos explicação para a queda de pai e filho.
Veja o que diz o Terra por exemplo: (...) tentou salvar o filho de 7 anos e acabou caindo com o menino no poço do elevador (...). Até aqui tudo bem, imagino que a porta estava aberta sem que o elevador estivesse no andar. Faz-se valer a lei que obriga a exposição de plaquinhas ordenando ao viajante que verifique se o elevador está no andar, antes de dar o passo adiante. O que os legisladores não pensaram é que crianças de 7 anos não possuem o discernimento nem a altura suficiente para ler e absorver a informação. Os adultos por sua vez possuem apenas a altura. Enfim, essa hipótese é confirmada pelo último parágrafo: (...) há suspeita de que o acidente tenha ocorrido por uma falha na porta, que teria sido aberta sem que o elevador estivesse no lugar. Então está certo. A criança abriu a porta, preparou-se para cair, o pai percebeu, atirou-se para salvá-la, mas ambos caíram. Durante a queda, de alguma maneira o pai conseguiu proteger seu filho, salvando assim sua vida pelo preço de perder a sua.
Poético.
Mas o UOL contradiz a versão, dando uma explicação pra lá de confusa: (...) a mãe estava no elevador e, quando a criança entrava no local, a porta fechou e prendeu sua perna. O pai conseguiu puxar o garoto, mas, em seguida, os dois caíram no poço. Essa versão não encaixa. Suponha que o garoto teve sua perna presa enquanto estava fora da elevador, assim o pai o puxou para fora e ambos caíram no hall do andar. Supondo que o garoto fechou-se para dentro do elevador, o pai o puxou para evitar uma mutilação de sua perna e ambos caíram dentro do elevador.
De qualquer maneira, qualquer elevador que conheço não iniciaria a movimentação sem que ambas as portas estivessem totalmente fechadas. Salvo elevadores mais antigos de uma porta. Em ambos os casos a perna de um garoto de 7 anos seria suficiente para impedir o fechamento e seguinte acionamento do maquinário.
Essa história segue mal contada.
Jogo dos tantos erros
Segundo o submarino, os quatro rapazes de Liverpool eram um sexteto.
E segue com (sic):
JOta Quest
Ana carolina
I Saw Her Stansing There
Mais?
Passado
Presente
Futuro
Os Filmes de 2005
1: Sin City (Robert Rodriguez, Frank Miller)
2: A Vida Marinha com Steve Zissou (Wes Anderson)
3: O Guia do Mochileiro das Galáxias (Garth Jennings)
4: Herói (Yimou Zhang)
5: Os Sonhadores (Bernardo Bertolucci)
6: Closer (Mike Nichols)
7: O Clã das Batatas Voadoras (Yimou Zhang)
8: Constantine (Francis Lawrence)
9: Sideways (Alexander Payne)
10: Guerra nas Estrelas 3: A Vingança dos Sith (Jorge Lucas)
11: Menina d'Ouro (Clint Eastwood)
12: Machuca (Andrés Wood)
13: Cruzada (Ridley Scott)
14: Em busca da Terra do Nunca (Marc Forster)
15: O Grito (Takashi Shimizu)
16: Meet the Fockers (Jay Roach)
Sabe a sensação que você teve depois de assistir O Fabuloso Destino de Amélie Poulain? De que tudo pode ser mais colorido, bonito e cheio de graça? Pois é. Guardadas as devidas proporções, que não tão distantes assim, foi assim que me senti com A Vida Marinha.
- "Dê-lhe uma sunga e um gorro vermelho!"
Vá ver, não importa qual seu gênero preferido. Não é filme cabeça, mas você vai achar referências. Não é comédia mas você vai rir. Não é drama mas você vai se comover. Não é musical mas você vai cantar. Enfim, é um puta filme que deve ser visto e revisto, e eu reverei um dia.
Fez-me ir atrás dos outros filmes do diretor. Não me lembro de quantas vezes fui atraído pela capa de Os Excêntricos Tenenbaums e desisti imediatamente de vê-lo ao reconhecer Ben Stiller na capa. Pois é, vida loka. Saí correndo do cinema e fui locá-lo. Pô, genial. Preconceito é um lance que não se perde mesmo. Só aprende-se a viver com ele.
A paradinha-dinha-dinha
A coisa mais interessante vista na parada gay por esses olhos foi essa camiseta.
No mais, é só engraçado. Travecos monstruosos, drags dando chiliques, menininhas beijando menininhas para coletar material para seu fotolog, e um monte de telespectadores. Fui por respeitar a causa, achar justo as reinvidicações e coisa e tal, mas digo, é um porre. A música é um horror, mesmo que fosse tocada em uma aparelhagem decente (com graves por exemplo), e choquei com a quantidade de gente feia bêbada de vinho barato gelado em isopores vendido em garrafas de plástico por preços módicos. Dentes vermelhos, imaginem só.
Um aperto total, pelo menos uma vez vi um cigarro passar milímetros distante da orelha de meu amigo que minutos depois comprou uma antarctica em ponto de ebulição pelo preço de quatrocentas esfihas do Habib's.
Continuo apoiando a causa, mas voltar lá? Sei não. Só sob pressão.
