Vai, dá-me um tempo. Ando sem assunto para escrever aqui, não vou ficar enchendo seus olhos de linguiça. Vou embora e só volto mês que vem, do ano que vem. Isolar-me-ei, eu, a pequena, a patota e o Albert.
Bom qualquer coisa para você, até a próxima.
Lembra da musiquinha do Jaspion?
Os filmes de 2004
1 : Peixe Grande
2 : Os Incríveis
3 : Bilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
4 : Homem-Aranha 2
5 : Shrek 2
6 : 21 Gramas
7 : Diários de Motocicleta
8 : Kill Bill Vol. 1
9 : Kill Bill Vol. 2
10 : Redentor
11 : A Má Educação
12 : Fahrenheit 9/11
13 : Dogville
14 : Bob Esponja Calça Quadrada
15 : Encantadora de Baleias
16 : Underworld
17 : Elefante
18 : A Vila
19 : Os Esquecidos
20 : Super Size Me
21 : Alguém tem que Ceder
22 : Tróia
23 : 33
24 : Paixão de Cristo
25 : Revelações
26 : Sexo, Amor e Traição
27 : Em Nome de Deus
28 : Contra Todos
29 : Swimming Pool
30 : The Chronicles of Riddick
Contra Todos é ofensivo. Todo filme começa do nada, mas alguns conseguem rodar em falso por horas e acabar no mesmo ponto. Saí do filme pior do que quando entrei. Tudo nele é ruim, desde a fotografia, a trilha sonora, as atuações, o roteiro. É péssimo. Só não é pior que Swimming Pool pois nem ao menos tenta ser inteligente, e nem pior que Chronicles of Riddick por não ter o Vin Diesel. Mas foi por pouco.
Bob Esponja é o herói da molecada. Quando a geração de hoje estiver em seus mais de vinte anos, vão se reunir falando dos velhos tempos e vão lembrar saudosamente desse personagen. Ele é o melhor desenho animado desde, sei lá, Caverna do Dragão? Talvez. O filme é infantil na dose certa, com piadas bem colocadas para os pais não bocejarem, cores vivas e deliciosas e muitas trapalhadas. Assistam, vale a pena.
Mas Os Incríveis é tudo que Bob Esponja queria ser. Não é o melhor filme do ano porque Tim Burton fez Peixe Grande. É inevitável, a cada filme da Pixar eu tenho a plena certeza que eles não poderão fazer melhor, e caio de cara no próximo. É melhor que Monstros S/A, melhor que Procurando Nemo, e chego a ficar na dúvida se é ainda melhor que Toy Story. Assistam, assistam, assistam! E me convidem! Vale notar que o retiro dos super-heróis foi inspirada em Watchmen, grande mini-série dos quadrinhos. Mas se eu for ficar aqui só citando as referências, vou longe. Tire essa bunda da cadeira e vá ver, dê muito dinheiro para a Pixar, eles merecem.
Ajude
1) Acesse http://www.tramavirtual.com.br/bazar_pamplona
2) Ouça uma ou mais canções
3) Diga-me o que acha
4) Se gostou, divulgue através de seu blog. Link permanente por favor, vai regular essa mixaria?
5) Sempre que alguém comentar sobre alguma banda nova, pressione seus óculos pela parte central contra seu nariz e diga com ares intelectuais : Bom? Haha, você precisa ouvir Bazar Pamplona... Na falta de óculos, jogue seu cachecol para trás dos ombros.
Sick sad world
Dimebag Darrel foi assassinado no palco.
No palco, baleado. Darrell foi responsável por um dos melhores remédios anti-stress que tenho aqui em casa: The Greatern Southern Trendkill. Esse é um daqueles discos que sempre está alí, tímido, na lista dos essenciais, melhores solos, etc. Darrell criou uma geração de bate-cabeças e possuía um estilo altamente único. Era metal, do jeito que os indies adoram odiar, e era bom pra caralho.
Oh maldição. É certo que depois daquele discão ao vivo o Pantera soltou um disco sem vergonha e acabou-se, mas ainda me arrepio nas guitarras e o vocal doído de Phil Anselmo. É um dia triste na música, e chove em São Paulo.
O Mundo de Sofia
Na disparada para Miami, já no aeroporto, resolvi levar um amontoado de palavras para me acompanhar. Essas viagens sempre são só solidão. Na dúvida entre a biografia de Gabo e o título acima, fiquei com o segundo, afinal quero completar a bibliografia do velho colombiano antes de ler sua história por ele mesmo.
Mas vamos ao que achei do livro. São três pontos que quero comentar.
Ponto negativo: a linguagem dele é pobre. Tão pobre que seus filhos devem chamar Jorge Lucas ou Maicon Douglas. Ele não preza pelas construções bonitas e consegue empregar dezoito pontos finais e sete vezes a mesma palavra em um único parágrafo. Atentem : existe um abismo colossal entre leitura fácil e leitura boba.
Ponto médio: a história de Sofia é no máximo intrigante. Claro, fiquei curioso para saber o que aconteceria com a jovem e qual a razão de tudo aquilo estar acontecendo com ela. O final é interessante, não vai por água abaixo. É a melhor parte do livro.
Ponto médio: o conteúdo filosófico. Eu acho filosofia um saco na maior parte do tempo. E como o autor começa em Aristóteles e vai até Freud, eu tive motivos de sobra para pular algumas páginas. Pontos muito bacanas são JC, Descartes, Marx e Freud. O resto não acrescentou muita coisa além de calos escrotais.
Conclusão: só leia se você não se importa com a qualidade da escrita. Eu acho isso uma premissa básica, essencial. Uma historinha qualquer não me atrai assim fácil não.
Que venha Dostoiévski.
Setecétera
Murilo cansou-se das injustiças que via toda noite quando voltava do trabalho. Era frentista de um posto 24 horas e certa vez passando obrigatoriamente pela Praça da República viu a viatura e as luzes das cores da bandeira americana girando. Abriu caminho entre os curiosos e chocou-se com o corpo do indigente já sendo embalado para a universidade. Aquilo era demais, alguém precisava fazer alguma coisa.
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Sobre Miami
Eu imaginava Miami como um grande shopping center perto do mar, com dezenas de hispânicos carregando sacolas e evitando chegar perto das praias sujas. Ledo engano.
As lojas não são exageradas, são como o resto do país que eu conheço. Os hispânicos não são dezenas, são a totalidade. O espanhol é a língua oficial ao ponto de uma caixa de supermercado não falar inglês.
E as praias, ah, as praias são sensacionais. Eu tenho cá um histórico de Brasil litorâneo que carrego com orgulho, mas em verdade vos digo, Miami Beach é tudo aquilo que falam nos filmes. Mar verde e limpo, areia branca e limpa, e peitudas de topless. Uma delas era tão exagerada que seu mamilo formava um raio de uns 10 centímetros.
Mas no quesito verão, ainda prefiro o litoral da Bahia.
Evolução
Eu me lembro bem, não faz tanto tempo, um joguinho sensação invadiu os computadores da moçada. Era o príncipe da Pérsia. Era só digitar c:>prince.exe e tadá! Lá estava ele, escalando, pulando, lutando, fazendo o impossível para comer a princesa.
Bons tempos eu perdi nesse jogo, mas eu vim aqui falar sobre a evolução, era esse o título não? Pois bem, antes de vir para Miami eu arrematei um piratão, 15 reau, lá na Santíssima Efigênia, padroeira dos coreanos. Entendam que a última vez que eu tinha visto o príncipe, ele era como na foto acima. Eis que me deparo com isso:
Eu não estava preparado. Não mesmo. O cabelo cresceu demais! O resultado foram horas ininterruptas (umas quatro, chutando baixo) de jogatina desenfreada, com pausas apenas tentar aliviar a tensão dos ombros. Sem comentários, o jogo é um marco na minha história de nerd. Sensacional em todos os sentidos. E ainda tem uma gostosa para você dilacerar com suas espadas. \ö/
Prince of Persia: Warrior Within, é o jogo mais bonito que eu já tive o prazer de jogar. Ponto final.
Tudo que você quer saber sobre drogas mas é muito sensato para experimentar
Maconha faz mal?
Sim.
E fritura?
Também.
Nova Era
Está no ar o template novo. Dado meus conhecimentos rasos, parti de um modelo roubado do Jesus, me chicoteia!.
Pode ser um pequeno passo para você, mas é um grande salto para mim.