Segunda-feira, Agosto 30, 2004
Quinta-feira, Agosto 26, 2004
O Bazar gravou uma música. Regojizai-vos! Aguardem pelo mp3 se distraindo aqui.
Quarta-feira, Agosto 25, 2004
Uma contribuição de Mary Takejame
Segunda-feira, Agosto 23, 2004
A primeira pessoa que me mandar um email me dando um bom motivo para eu fazer isso, leva um convite para entrar no gmail.
Sexta-feira, Agosto 20, 2004
Estou pra falar disso faz muito tempo, mas como diria Uma Thurman: first things first.
Tudo começou em um sonho, quando eu ainda estava em San Francisco. Eu estava conversando com alguém não identificado quando de repente tive um estalo: estou sonhando! E não acordei! Dei-me conta que estava em um mundo criado na minha mente, e como dono dela, eu poderia fazer qualquer coisa. Então, fiz o que qualquer pessoa sensata faria:
Voei. Atravessei paredes e me diverti de montão. Quando já estava dominando a arte fiz algumas manobras tão arriscadas que acabei acordando com os olhos arregalados e um sorriso na cara. Foi o melhor sonho da história e eu como sonâmbulo despertei praticamente fora da cama. Mas, valeu a pena.
Duas semanas depois eu tive o prazer de assistir Waking Life, já devidamente comentado nesse sítio no passado recente, e aí me interessei muito pelo assunto. Pesquisei e descobri que existem técnicas, métodos detalhados para adquirir a perícia para ter diversos sonhos lúcidos. Fascinante não? Aproveitei minha presença em solo ianque e adquiri baratinho o livro Exploring the World of Lucid Dreaming, de Stephen LaBerge, em um sebo em Haight~Ashbury. Nota da redação, o cara é Ph.D. no assunto, em Stanford. Nunca imaginei que houvesse um estudo tão profundo no assunto.
Enfim, tornei-me um neófito e já iniciei meu Diário dos Sonhos, técnica básica para aumentar a frequência com que você lembra de seus sonhos. Afinal, qual a utilidade de ter sonhos lúcidos e não lembrar deles? Prometo contar aqui as novidades, mas por hora eu só estou conseguindo aumentar um pouco a quantidade de sonhos que me recordo. Nada excitante, mas espero ter boas novas em breve. Quem sabe eu não pinto em algum sonho seu? Se você olhar para o céu e ver um rapaz dando piruetas, pode crer, sou eu.
Terça-feira, Agosto 17, 2004
A leitora Sabrina perguntou se eu vi O Efeito Borboleta. Vi sim, enquanto ainda estava nas gringas. Minha opinião é que, para um filme sobre viagem no tempo e com o Ashton Kutcher como protagonista, até que é bom sim. Tem umas tramóiazinhas, prendeu minha atenção.
O cara fez bem de fazer esse filme. Até agora a única coisa decente que ele tinha feito foi comer a Demi Moore.
Segunda-feira, Agosto 16, 2004
Eu ia escrever alguma coisa aqui mas começou a sessão da tarde e não posso perder.
Sexta-feira, Agosto 13, 2004
O CPM22 tem uma música chamada Ontem e outra chamada Anteontem.
Das duas uma: ou eles começam a usar drogas ou param imediatamente. Assim não dá para continuar.
Quarta-feira, Agosto 11, 2004
Acabei de dar o endereço desse sítio para o pessoal do trabalho.
Terça-feira, Agosto 10, 2004
Minha vida está virando de ponta-cabeça-pra-baixo. Volto quando ela resolver se acomodar.
Sexta-feira, Agosto 06, 2004
(...) Cocei a BÁRBARA agora mais curta, lambi o suor da testa com as costas da mão e acelerei o passo: do outro lado da rua, de touca CINZA e vestido em um CAPOTE bege, me CUIDAVA um cheirador de COLA.
Com o PIOR dos OLHARES.
É por essas que eu uso alguns minutos todos os santos dias para ler o ONE HUNDRED PERCENT CHONGAS.
Quinta-feira, Agosto 05, 2004
Sem dúvida meu inglês melhorou muito com essa passagem pelo império. Morar dois meses em San Francisco, convivendo diariamente com a língua dos americanos desde o café da manhã até o último programa da TV cria uma habilidade de reconhecimento muito grande. Mas eu queria falar sobre sotaques. Depois falo sobre os programas da TV.
Existem muitos imigrantes aqui, muitos mesmo. Chinatown, Japantown e muitos indianos. Eu mesmo trabalho com muitos deles, que somados são tranquilamente a maioria. Entre eles, alguns possuem um inglês impecável e outros incompreensível. Como isso? Será que são como os gaúchos que mantém seu estilo mesmo morando anos em São Paulo? Acho que no fundo é só uma questão de manter a identidade. Sotaque não é algo marcado em ferro e fogo na alma. Outro dia recebi um elogio de um gringo pelo meu sotaque. Dizia que alguns da minha turma de brasileiros tinham um sotaque forte mas eu e mais um rapaz não. Detalhe, o rapaz morou cinco anos aqui ao lado e fala inglês melhor que português.
Mas como isso? Estranho. Eu se fico uma semana no Rio de Janeiro, volto chamando os outros de tu. Depois de dois dias em São Paulo volto a chamar biscoito de bolacha. Tenho uma facilidade enorme de adaptação nesse sentido, mas não é nada difícil, basta colocar a língua um pouco mais entre os dentes, puxar o érre e pronto. O que complica é a gramática, mas eu falo de sotaque.
Então pra mim é assim. Será que sou eu que não tenho uma identidade, uma raiz para me apegar? Paga pau de gringo não sou, a maioria das coisas aqui eu achei uma merda, mas já que eles não falam minha língua e eu falo a deles, porque não falar corretamente? Se prezo tanto o português, não iria desprezar outra língua. Tem sotaque quem quer. Não tem nada de errado nisso, mas eu enxergo como um medo de perder um pedaço da identidade. Ou um orgulho que eu não tenho.
Conclusão: nenhuma.
Quarta-feira, Agosto 04, 2004
Durante a orgia rola pó e rola pinga,
depois todos se injetam usando a mesma seringa.
Eu tava com meus mano lá na minha quebrada, chegou o Vanderlei e veio dar idéia errada. Baixei os mp3 desse tal de U.D.R. e vi que eles são os filhos do cão. Não façam o mesmo, fiquem longe dessas canções (com influência de Portishead, segundo eles). Elas cheiram enxofre e os maus fluídos escorrem pelos fones de ouvido.
Vou fazer um fist-fucking então traz a vaselina,
também traz o meião pra gente cheirar benzina.
A dica veio do site do Allan Sieber, que também não deve ser nenhum santo. Se você for ignorar meu aviso, baixe Bonde da Orgia de Travecos.
Mas não diga que não avisei.
Segunda-feira, Agosto 02, 2004
You will inherit a large sum of money.
Gente finézima esse tal de Yorgut. Nem me conhece e já sai falando que alguém da minha família empacotará em breve.
Vá cagar no mato!
Sabe quando bate aquela vontade de fazer xixi quando você está dirigindo para casa, mas é uma vontade suportável, até que você avista sua rua. Sua bexiga estica, começa o pompoarismo para segurar o jato. Você estaciona e puxa o freio de mão com a mão esquerda só para poder desligar a chave ao mesmo tempo. Sai correndo, a porta cresce mas sua vontade cresce mais. A porta você tranca depois, cadê o banheiro, nada de fechar a porta, não dá tempo... aaahhhhh....
Então, analogamente, é quase isso.